Informativo São José: Igreja em saída, que vai ao encontro!

Quando surgiu a televisão apressados decretaram o fim do rádio. Quando surgiu a internet apressados decretaram o fim do rádio, da televisão e dos impressos. O rádio, a televisão e os impressos passaram a comunicar também na internet e estes quatro modais estão cheios de exemplos de profissões, atividades, métodos, programas, empresas etc que nasceram e foram se adequando ou desapareceram pelas mais variadas razões, justas ou não. Assim continuará sendo em todas as áreas, com a gravidade da pós-modernidade pouco interessada nos valores cristãos. Continue lendo “Informativo São José: Igreja em saída, que vai ao encontro!”

A Páscoa é mais saborosa que chocolate!

Breves considerações sobre alguns dos símbolos da Páscoa.

Cordeiro

O cordeiro era sacrificado no primeiro dia da Páscoa, no templo, como memorial da libertação do Egito: seu sangue foi o sinal que livrou os primogênitos que o faraó mandara matar. Seu sangue era derramado no templo e sua carne comida na ceia pascal. Este cordeiro antecipava a Cristo, ao qual Paulo chama “nossa Páscoa” (1Cor 5, 7). João Batista, na margem do rio Jordão, vê Jesus passando e diz: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29.36). Também o disse o profeta Isaías (Is 53, 7-12). E o Apocalipse O cita como cordeiro sacrificado, então vivo e glorioso (Ap 5, 6.12; 13, 8). Continue lendo “A Páscoa é mais saborosa que chocolate!”

O zelo de ser pontual

Num curso de formação inicial para MESC, após o intervalo, propus reflexão para que os possíveis futuros Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão lembrassem toda vez que fossem servir um enfermo, levando Jesus consigo:

“Não pude observar quem se mostrasse incomodado com o atraso para iniciar e reiniciar. Deduzo que ninguém se importará que nos atrasemos para o encerramento (somando os dois atrasos, meia hora após o horário programado). Se alguém, por motivo que nem precisará anunciar, tiver que sair a qualquer momento daqui por diante, por favor, fique à vontade. Quanto aos demais, pelo já exposto, estamos combinados…” Continue lendo “O zelo de ser pontual”

Velho e velhaco

O velho

Ele tem 56 anos, grisalho, bigodudo, voz forte, grave, bonita, marcante sotaque, muito educado. Só tem a 4ª série do ensino fundamental, mal sabe ler; vocabulário precário e limitado, seus conceitos e comportamento, embora honesto, não o tornam interessante para o mercado de trabalho. É mecânico, aprendeu na prática; algum curso? ” – Nunca pude fazer…” Seu discurso, comum demais:

” – Sou honesto, trabalhador e sei mais do que muito moço que estuda, mas não sabe nem trocar um *bico. Eles não dão chance porque me acham velho, não tenho registro em carteira e estudei pouco. Que culpa eu tenho se precisei trabalhar desde cedo e agora não tenho mais idade pra isso?” Continue lendo “Velho e velhaco”

O mundo ideal

Pela enésima vez sugeri que houvesse esforço presente e crescente para que se habitue a não desperdiçar, não pichar, não poluir, separar e reciclar o lixo etc, mesmo que tal esforço seja de poucos e insuficiente para livrar o planeta e as pessoas das gravíssimas consequências do comportamento errático da humanidade. Uma ouvinte disse que eu nem devia tocar no assunto, pois, naquele horário nenhuma criança escutava e aos adultos não adianta falar. Ponderei que se o mundo ideal não existe não faço disso desculpa para ser omisso ou desistente. Continue lendo “O mundo ideal”

Emprego e trabalho

Segundo o Dicionário Aurélio, Emprego é cargo, função, ocupação em serviço particular, público, etc.; colocação. Lugar onde se exerce emprego. Trabalho é aplicação das forças e faculdades humanas para alcançar um determinado fim. Atividade coordenada, de caráter físico e/ou intelectual, necessária a realização de qualquer tarefa, serviço ou empreendimento. Tarefa para ser cumprida.

Pessoas perderam ou perderão os seus empregos por terem fugido da obrigação de trabalhar. Se você conhece alguém que tem o privilégio de estar empregado, sem precisar trabalhar, saiba que isso é exceção e exemplo a não seguir. Quem garante que no seu emprego atual ou futuro isso dará certo? Continue lendo “Emprego e trabalho”

Boa aparência: ilegal, imoral ou fundamental?

Durante uma entrevista de emprego ou em qualquer ocasião?

Nem sempre é possível saber com exatidão se alguém está sendo privilegiado ou descartado por causa da sua aparência; e se os critérios são discriminatórios ou justificáveis, ainda que eventualmente  questionáveis. PRECISAMOS ESTAR ATENTOS AOS NOSSOS PRÓPRIOS CRITÉRIOS, posto que, no cotidiano, avaliamos e escolhemos “coisas” e pessoas também pela aparência. Ou não?

O currículo é seu cartão de visitas e sua aparência… também! Se você tiver a oportunidade de “vender seu peixe” e cometer erros primários, a imagem e até o julgamento que farão de você terá a exata medida do seu desempenho. Claro, você poderá tentar reconstruir sua imagem numa segunda chance. Só que ela nem sempre acontecerá e se acontecer não existirá garantia do resultado. Continue lendo “Boa aparência: ilegal, imoral ou fundamental?”

Piedosos e estudiosos, fé e obras!

Seguidor de Jesus e Sua Igreja deveria – durante toda a vida – estudar, conhecer, ensinar e seguir fielmente o CIC (Catecismo da Igreja Católica); a Bíblia, sob as orientações  corretas que a Igreja oferece e recomenda, incluindo igual atenção para a Tradição e o Magistério; para a Sagrada Liturgia (não confundir com equipe de Liturgia, em que pese sua indiscutível importância); os Documentos do Concílio Vaticano II (um oásis na história e na vida da Igreja e, ainda, um  ilustre desconhecido de quase todos); o Código de Direito Canônico (a Constituição da Igreja); outros Documentos, dentre eles os azuis (CNBB – orientações oficiais da Igreja no Brasil) e os laranjas (Exortações ou Encíclicas do Papa). Continue lendo “Piedosos e estudiosos, fé e obras!”

Patéticos e encantadores

A opinião nossa de cada dia e assunto

“Freud disse, cem anos atrás, que não existe observador neutro, totalmente imparcial. Os filósofos de botequim e a ciência moderna falam o mesmo.

Somos todos tendenciosos. Galvão Bueno, mais que os outros. Costumamos pensar, analisar e agir de acordo com nossos pré-conceitos, preferências e conhecimentos, às vezes, sem perceber. O jornalista esportivo, diante das incertezas do futebol, corre atrás de fatos e explicações que justifiquem e aprovem suas opiniões. Torce por suas ideias. “Não falei”, costuma dizer o orgulhoso comentarista de televisão, durante as partidas. Quando os fatos contrariam suas opiniões, diz que o futebol é uma caixinha de surpresas.” Da Coluna do Tostão, de 12-06-13, Dilema shakespeariano.

Às vezes, somos; às vezes, parecemos ser!

Em todos os demais assuntos agimos conforme ponderou Tostão. Ora mais, ora menos, uns mais, outros menos, percebendo ou não, admitindo ou não, entre muita a nenhuma razoabilidade. Continue lendo “Patéticos e encantadores”