“Alguns por todos”

“Se tu não lutas, tem ao menos a decência de respeitar aqueles que o fazem!” José Martí

Associativismo pode ser definido como: alguns por todos!

Ou seja: alguns empresários emprestam seu tempo, seu trabalho, sua preocupação, suas ideias e até um pouco do seu dinheiro para a manutenção de uma instituição representativa e ativa em favor deles próprios e de todos os que ainda não a conhecem ou não se interessam em participar ou colaborar. Os propósitos da AECAJ –Associação Empresarial do Cajuru e região – estão resumidos no seu estatuto.

Ainda tento aprender: Continue lendo ““Alguns por todos””

Prefeito e vereador servem para que?

Para quase todas as pessoas, inclusive dentre as mais formadas e informadas: não servem para nada além de ganhar muito dinheiro, honestamente e não, para fazer quase nada pelo povo e muito por eles, seus parentes, amigos e financiadores. Fazem da política a sua carreira profissional e negócio de família, passando de geração em geração. “Trabalham” uns seis meses antes da própria reeleição e descansam 3,5 anos; sempre muito bem pagos pelo dinheiro público. Não esquecer que senadores têm mandato de 8 anos. Isto quando não se candidatam, tendo outro mandato em vigência: se não se elegerem, continuam com o primeiro. Continue lendo “Prefeito e vereador servem para que?”

Você é católico?

A qualquer hora, temos certeza de estarmos mais certos que os outros, por mais errados que estejamos, por menos que saibamos: raramente admitimos isso, tampouco à frente de quem criticamos; porém, geralmente, é o que pensamos, por causa de sentimentos e ações resultantes de rancor, soberba, intolerância, ciúme, obtusidade, inveja… Ora conscientes, ora não. É da natureza humana. O problema decorre do abuso. Continue lendo “Você é católico?”

“Quem tem que saber, sabe!”

Um bom cristão cansou de coisas feias que acontecem na comunidade da qual participa. Como inúmeros outros fizeram e farão por motivos semelhantes, trocou de comunidade e não adiantou. Pensou em afastar-se, porém, antes, procurou-me. Escutei-o, desabafou e pediu que lhe dissesse algo. Falei que vivencio situações semelhantes, entretanto, tento ter outras atitudes. Daquele encontro resultou este artigo e, antes, a volta do bom cristão à sua comunidade religiosa. Sua identidade não vem ao caso e o título do artigo explica o motivo… Continue lendo ““Quem tem que saber, sabe!””

Comportamento e etiqueta para o profissional adequado

Passamos a maior parte das nossas vidas trabalhando. Dentre outras práticas, destacam-se algumas que, de tão simplórias e elementares, você poderá dizer “que é um absurdo lê-las”; ou, “que são ridículas, afinal, os tempos são outros e as empresas se modernizaram e são mais tolerantes nos relacionamentos e comportamentos.” Empresas sérias e bem sucedidas são atuais e arrojadas, sim; por isso, dentro do conceito de modernidade está o excelente relacionamento interpessoal entre seus componentes, com moral e ética – que nunca saíram da vanguarda e estão em alta, mais do que nunca – apesar de toda a corrupção e falta de valores a marcar o comportamento de inúmeros governantes, políticos, empresários, empregados, chefes, líderes e cidadãos em geral. Até empregadores pilantras costumam preferir contratar empregados sérios. E lembre que o selecionador ou futuro chefe pode ser mais conservador ou menos tolerante que a empresa. Continue lendo “Comportamento e etiqueta para o profissional adequado”

O fariseu

Nos tempos de Jesus fariseus eram um grupo religioso e político bastante influente em Israel. São muito citados no Novo Testamento, mas não no Antigo Testamento, embora citados desde o século II a.C. O povo os respeitava: eram os homens da lei, acima do bem e do mal, orgulhosos do seu status. Conservadores, inflexíveis, exigentes do cumprimento das tradições dos antepassados e da lei (Antigo Testamento). Seus vários encontros com Jesus e seus discípulos costumavam  ser acalorados e O acusavam de desrespeitar as leis de Deus e as tradições (Mt 9, 11). Formavam um grupo fechado, convictos de que eles detinham a posse da verdade ou daquilo que era o melhor e o certo. Jesus declarou que eram falsos que viviam uma religiosidade de aparências (Mt 23, 27-28). Com os saduceus, outro grupo religioso da época, promoveram perseguição a Jesus, culminando com sua crucificação.

Eles possuem ‘descendentes’ em todas as áreas e níveis: na política partidária, nos três Poderes, nos sindicatos, associações e conselhos comunitários, nas empresas, nas famílias, milhares de religiões ou seitas sectárias ou mercantilistas, e também nas religiões sérias. Continue lendo “O fariseu”

Currículo ou Curriculum Vitae

Selecionadores de pessoal têm o mesmo propósito e variações na realização dos seus serviços. Em havendo legalidade e respeito, tais variações são justificáveis.

Entrevistar cada candidato antes de cadastrar seu currículo permitiria acrescentar observações e informações que facilitassem a que fosse chamado para eventual oportunidade aquele com maiores chances de acerto. São tantos candidatos que fazer isso – com mesmo tempo, atenção e critérios para todos – é impossível. Continue lendo “Currículo ou Curriculum Vitae”

Aquele que serve

“O líder não manda, comanda” – Simon Franco, headhunter e consultor.

Líder é o chefe, comandante e orientador de um grupo na execução de tarefa determinada ou serviço regular. É o formador de opinião perante a comunidade da qual participa, mesmo que nem queira sê-lo. Destaca-se num imprevisto, por iniciativa própria, quando presente, ou é procurado para consulta e ação, pelos que já o reconhecem como tal, conscientemente ou não. Conduz seus liderados a vitórias contundentes, relativas ou parciais; e a derrotas, às vezes, inevitáveis, mas, não insuperáveis. Continue lendo “Aquele que serve”

Babá que bate

Nesta semana a mídia reproduziu imagens de babá agredindo a criança para a qual era paga para atender com civilidade e carinho. Os pais precisarão de tempo para se recuperarem e a criança ainda mais: especialmente pela repercussão, deverá receber acompanhamento profissional adequado – torçamos por ela. A agência que intermediou a contratação cobrou honorário pequeno e o serviço resultou em qualidade menor ainda; segundo notícias, já havia até fechado as portas. A pseudo babá será punida na forma da lei, provavelmente, afinal, não é rica, famosa e nem parlamentar. Tenho vontade de bater nela mas não esqueço que ela tem apanhado da sociedade injusta que a condenou a uma vida de exclusão e carências materiais, emocionais e espirituais. Não a conheço, porém, um ser humano bem formado e resolvido não faria aquilo. Ou faria? Violência contra crianças é cometida mais pelos próprios pais e parentes, e menos pelo pessoal de creches ou babás; no entanto, repercute mais quando praticada pelas duas últimas. Continue lendo “Babá que bate”